Os anos, estudantes de todo o Brasil que estão concluindo ou já concluíram o seu ensino médio, se preparam para o Enem 2020 (Exame Nacional do Ensino Médio). Este exame se trata de uma prova elaborada pelo Ministério da Educação (MEC) que tem o principal objetivo de analisar os conhecimentos e as habilidades destes estudantes.

Neste artigo falaremos a respeito das provas que são abordadas especialmente para o Enem e daremos também importantes dicas de como estar se preparando para obter uma boa pontuação no mesmo. Portanto, continue a leitura abaixo para entender ainda mais informações.

Prova do Enem

Este é exame é constituído por quatro provas envolvendo questões de múltipla escolha, cada uma delas com 45 questões, além de uma redação. Acompanhe logo abaixo quais as competências exigidas em cada disciplina:

  • Prova de Códigos e suas Tecnologias: Nesta prova é necessário que os candidatos tenham conhecimento em língua portuguesa, literatura, língua estrangeira (Espanhol ou Inglês), Artes, Educação Física e Tecnologias da Comunicação e Informação;
  • Prova de Matemática e suas Tecnologias: Esta abordará questões somente de Matemática, portanto o candidato deve se focar nos assuntos de Geometria e Álgebra;
  • Prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias: Serão abordadas nesta prova questões de História, Geografia, Filosofia e Sociologia.
  • Prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias: Já nesta prova as questões aplicadas serão das disciplinas de Química, Física e Biologia.

É indispensável que os candidatos se preparem bastante para este exame pois serão muitas pessoas disputando para garantir a sua tão sonhada vaga em uma Universidade de Ensino Superior. Vale a pena também acessar o site do Inep para se informar onde será o Local de Prova e consultar também quando abrirá o período das inscrições Enem.

Acompanhe no tópico abaixo algumas importantes dicas de como estudar para o Exame Nacional do Ensino Médio para que assim você possa obter uma boa pontuação no mesmo.

Como estudar para o Enem

São muitos os alunos que recorrem à internet quando o assunto é Enem, por isto, o tópico abaixo será perfeito para esclarecer todos os seus tipos de dúvidas a respeito de como alcançar um bom desempenho.

Seguindo estas instruções, as suas chances de ser aprovado em uma boa Universidade de Ensino superior serão muito maiores, portanto não deixe de estar seguindo este guia que separamos para os interessados no Exame.

É muito importante que os estudantes comecem os seus estudos para a prova do Enem o quanto antes, pois deste modo as chances de conseguir uma boa nota são sempre maiores. Além disso, a concorrência para este Exame será muito grande, portanto acompanhe agora as dicas que separamos para você.

  • Leia bastante livros, pois a leitura é essencial para enriquecer o vocabulário, além de ajudar na interpretação de questões envolvendo problemas matemáticos;
  • Praticar muito a escrita, pois é muito importante ter uma letra legível no momento da correção da redação. Caligrafia também conta como critério de pontuação;
  • Revisar todos os assuntos que foram estudados na sua época de escolar, principalmente os do Ensino Médio, pois estes conhecimentos serão indispensáveis no momento de resolver as questões;
  • Acompanhar os assuntos que estão sendo destaque no Brasil, pois geralmente estes podem ser possível temas da Redação. Deste modo você já estará melhor preparado para discorrer um bom texto.

Agora que você pôde acompanhar estas importantes dicas a respeito do Exame Nacional do Ensino Médio, não deixe de estar consultando onde será o local de prova Enem para não perder esta grande chance de conseguir uma boa bolsa de estudos. Em caso de maiores dúvidas, deixe um comentário logo abaixo para que passamos estar ajudando.


Como pode um livro de desbragada positividade chamar-se “O Anti-Édipo”? A negação presente no título não estaria comprometendo a pura afirmação de suas “paixões insanas” e “intensidades mutantes”? O Anti-Édipo presta hommage ao “Anticristo”, de Nietzsche. Deleuze e Guattari sintetizam Marx com Nietzsche para levar a superação do niilismo passivo a um ponto extremo. No “Anticristo”, a crítica da culpa judaico-cristã que se infiltrou nos ideais e instituições da modernidade, na verdade, na ciência, na política. No de 1972, a crítica da edipianização generalizada com que o capitalismo domina por dentro do desejo, das artimanhas da felicidade, das armadilhas do sucesso, na coincidência entre fluxo do desejo/moeda e repetição infinita da dívida. A sociedade não se baseia nas necessidades, mas nos excessos, eles é que definem os corpos plenos do social: selvagem, bárbaro ou civilizado. “The road of excess leads to the palace of wisdom…You never know what is enough until you know what is more than enough.” (Blake)

Portanto, o desejo, o consumo, o dispêndio e o desperdício, tudo isso está na base. As máquinas sociais têm que dosar a produtividade enlouquecida por meio de elementos de antiprodução, sob o risco do excesso construir o seu reino. Este é um tema central do “Anti-Édipo” que vem de Marx, do capitalismo como aprendiz de feiticeiro que desencadeia forças que precariamente tenta controlar. Daí tantas alianças propostas com esse jorro de liquidez-desejo: dos novos gestores comportados da esquerda keynesiana aos monetaristas da financeirização irrestrita, da vontade prometeica de tomar posse do processo e tudo controlar ao antiprometeísmo burkeano para quem diante do Anticristo é preciso comer pelas bordas com reformas graduais e seguras. Entre a euforia de habitar as velocidades infinitas ao gosto niilista de um Nick Land e a linguagem cada vez mais autorreferencial dos antropocenólogos que se comprazem em celebrar a própria melancolia, dois núcleos escapistas perfeitamente adequados à atmosfera pós-punk (entre erudição alternativa, cigarros e masturbação).

Para Deleuze-Guattari do Anti-Édipo, somente uma esquizoanálise será capaz de afirmar duas vezes a insanidade globalizada do capitalismo all-out. É Artaud + cyberpunk, Lacan com Burroughs, num tempo de guerra difusa sob o controle da Nova Police, onde o esquizo é feito POW. Fomos soterrados pelo ruído da pós-modernidade? Nos esfumamos em seu crepúsculo branco, nos clarões onipresentes da comunicação total? Ainda temos ouvidos para ouvir o “Anti-Édipo”?